Sobre
Letícia Façanha tem como principal prática a pintura sobre tela, papéis e vidro, investigando a visão e a memória. A artista propõe um olhar ao que tenta manter-se “à vista”, habitando entre camadas, no limiar, na penumbra; entre o que é visível e o que não é visível. Atualmente, sua pesquisa ronda a seguinte questão: O que nos escapa na nossa forma de fazer o mundo? A artista se relaciona com o que a cerca, criando imagens que propõem uma imersão no devaneio e explorando os elementos familiares que constroem o imaginário. Dessa forma, a cada imagem, ela busca a sugestão — nesse jogo que se relaciona com o familiar e o estranho, com o encantamento e o assombro, a consciência e a inconsciência.
Letícia é artista visual, nascida em Fortaleza, Ceará. Graduada em Arquitetura pela Universidade de Fortaleza, no Brasil, também estudou artes e arquitetura na ENSA-Paris-La-Villette, na França. Em 2024, integrou-se, com três artistas, ao Ateliê Cinco Sete, espaço colaborativo independente de fomento à educação e à cultura.
Entre as exposições coletivas recentes destacam-se: “Despertar à Terra”, 76º Salão de Abril, Fortaleza (2025); “Antes do Brasil, o Nordeste”, Arrecife Galeria, Rio de Janeiro (2025); SP–Arte ROTAS, com Cave Galeria, São Paulo (2025); “Silêncio Insondável”, ArtPE, Recife (2025); “Delírio Ardente”, Cave Galeria, Fortaleza (2024); e “Cavar Fendas de Possível”, ArtPE, Recife (2024).
Seu trabalho foi tema de entrevistas como Jantei Arte (2026); #6 Caderno de Artista (2025); e #ARTE (2024). Foi mencionada em matérias no jornal O Povo e na Revista Philos (2024). Em 2025, sua obra “Espelho d’água” foi objeto de pesquisa no III Ateliê de Pesquisa e Crítica da Pinacoteca do Ceará, onde recebeu o texto crítico “O trajeto incerto e o gesto urgente de Letícia Façanha”, de Paula Gadelha.


Obras selecionadas





























